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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Jazz e vinhos: A perfeita sintonia.

Foto Divulgação
O vinho por si só é extremamente completo e complexo. Mas quando podemos apurar os sentidos através da música, surge à sinergia proporcionada pelo uso dos ouvidos e da audição.

O ritmo é essencial para a percepção e para a união da música, em seu envolvente contexto sonoro com os vinhos. A música que enche os ouvidos e invade a alma, reflete o estado de espírito e este estado, requer um bom vinho.

Neste quase estado contemplativo e harmônico, o Jazz exprime este conjunto na música. Talvez seja o ritmo que mais se adéqua ao vinho e suas características. Sim, o ritmo, a batida pontuada, os arranjos, o som dos instrumentos bem percebidos, a voz que aparece quase como um instrumento, tudo isto invoca um aprimoramento nos sentidos. E tudo isto é Jazz e são os vinhos.

Uma vida sem música é como um copo vazio de vinho. O brinde é o compasso que envolve ás pessoas, no ritmo das comemorações e da alegria.

Vinhos, Jazz, pessoas e ambiente, se completam em uma “música afinada” e em um momento que com certeza, enche a alma.

Talvez em um dia quente, o vinho ideal para o Jazz, fosse um vinho alegre, branco, suavizando as batidas ritmadas, compondo de aromas de frutas, nosso paladar. Mas na verdade, quando degustamos o que gostamos e ouvimos o que mais apreciamos, esta sinergia envolvente dos sentidos, se redobra nas sensações somadas. Intensificam-se os sentidos apurados, na capacidade de se perder do todo e se concentrar no instante.

O vinho tinto, nas noites de outono, quando as folhas espalhadas no chão pelo vento, traz o som da noite, neste ritmo, aveludam nossas papilas, descendo e aquecendo o corpo, ruborizando nossa face, relaxando nossos músculos e intensificando os sentidos sonoros, que teimam na batida ritmada, em nos fazer esquecer o tempo e relaxar com a vida.

E tudo isso é Jazz, e tudo isto é vida e vinhos!

Para quem aprecia, segue um jazz diferente, meio africano, francês, com características muito particulares, como o vinho: Richard Bona.



Fonte: http://vinhodosanjos.com.br





quarta-feira, 7 de maio de 2014

O vinho e a música


A música e o vinho sempre andaram juntos. Desde a época de Dionísio e Baco, esse dueto é sinônimo de sucesso entre carreiras solo, de dupla e, claro, de vários grupos. Assim como o vinho, a música aguça nossos sentidos e sentimentos, chegando até a nos tocar a alma. Essa combinação encanta, apaixona e aproxima as pessoas.

É possível harmonizar a música e o vinho de acordo com o momento e a companhia. Ter essa percepção pode ser determinante para atingir um elevado estado de espírito.

Atentos a esse comportamento, há alguns anos, psicólogos da Heriot Watt University realizaram uma pesquisa que resultou na seguinte conclusão: enquanto se degusta um vinho, a música ouvida pode influenciar na percepção do sabor. As músicas mais pesadas e encorpadas, por exemplo, sugeriram robustez nos vinhos das uvas da família Cabernet. Já as músicas energéticas e agitadas realçariam as características refrescantes dos exemplares da uva Chardonnay e dos demais vinhos brancos e espumantes.

Um dos responsáveis pela pesquisa acredita que os produtores deveriam colocar algumas recomendações de músicas nos contrarrótulos das garrafas de vinhos.
Após algumas pesquisas, encontrei sugestões de músicas que harmonizam com determinadas uvas.
Compartilho:

• Cabernet Sauvignon: All along the watch tower (Jimi Hendrix), Honky Tonk woman (Rolling Stones), Live and let die (Paul McCartney and Wings), Kashimir (Led Zeppelin), Carmina Burana (Carl Orff)
• Chardonnay: Disease (MatchboxTwenty), You could be mine (Gunsand Roses), Ever lasting love (Gloria Estefan), Love generation (Bob Sinclar), Just can't get enough (Nouvelle Vague)
• Merlot: Paint in black (Sixth Finger), Creep (Radiohead), P.D.A. (John Legend), Stronger than me (Amy Winehouse), Come undone (Duran Duran)

Outra dica é o Festival I Love Jazz, que acontece todos os anos na Praça do Papa. O evento apresenta atrações nacionais e internacionais, com música de primeiríssima qualidade, potencializada em uma atmosfera mágica. Uma ótima escolha de música e, claro, regado a muito vinho. Este ano, o Festival acontece no primeiro final de semana de agosto.

Um brinde à vida!

Por: Danilo Schirmer
Fonte: http://www.voxobjetiva.com.br



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