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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Paixão por vinho faz pais darem nomes de uvas aos filhos

Achei essa matéria muito bacana e resolvi compartilhar com vocês!
Aí eu me pergunto - Porque não pensei nisso antes? As possibilidades são infinitas...
Esses pais são mesmo "o máximo"! ADOREI ...
Qual nome relacionado ao mundo do vinho vocês seriam capaz de dar aos seus filhos???

Foto Divulgação
A paixão dos pais por vinho foi tamanha que casal de São José dos Campos usou variedades de uvas para nomear os filhos.

Há quem seja completamente apaixonado por vinho e capaz de dedicar a vida à cultura dessa bebida milenar. Para um casal de São José dos Campos, no interior paulista, essa paixão pelo vinho é tão grande que levou Isabella Franco, 35 anos, e Lucas Lacaz Ruiz, 47 anos, a batizarem seus filhos com nomes de  variedades de uva: Syrah Luiza, João Malbec e Natasha Chardonnay.

“A gente gosta muito de tomar vinho e, durante uma conversa no começo do namoro, decidimos que nossa primeira filha se chamaria Syrah, que é o nome da uva de que mais gosto. Depois, quando o Lucas sugeriu Malbec para o nosso segundo filho eu fiquei na dúvida, mas fui convencida porque colocamos um nome mais comum, o João, primeiro”, disse Isabella ao portal G1.

A complicação veio no momento do registro dos nomes em cartório, especialmente no caso de Syrah Luiza, pois foi preciso pedir autorização judicial, já que o cartório se recusou a fazer o registro alegando que tal nome era incomum e não poderia ser considerado nome próprio.

Apesar do nome incomum, as crianças dizem não ter problemas com eles. João conta que a único coisa chata é que sempre tem de explicar a origem de seu nome e revela: “Uma vez pisei no pé de uma menina sem querer no colégio e ela disse que eu sou ruim e por isso meu nome é Malbec”. Já Luiza diz que gosta de ter um nome incomum. “Acho lindo o meu nome”, afirma, dizendo que o problema é ter que corrigir a pronúncia das pessoas.


Fonte:
http://revistaadega.uol.com.br
Publicado em: 26 de Março de 2014





quinta-feira, 22 de maio de 2014

Grávidas que bebem vinho têm crianças mais bem comportadas

ASSUNTOS POLÊMICOS

FotoDivulgação
LONDRES - Mulheres que bebem uma taça de vinho por semana têm crianças mais bem comportadas e mais ajustadas emocionalmente em comparação com aquelas que se abstêm, segundo uma nova pesquisa da psicóloga Janni Niclasen, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

A psicóloga descobriu que mulheres que bebiam 90 unidades alcoólicas ou mais - dez garrafas de vinho branco com 12% de álcool por volume (ABV, na sigla em inglês) tinham filhos que, aos 7 anos de idade, apresentavam maior estabilidade emocional e eram mais bem comportadas.

- À primeira vista não faz sentido, já que o álcool durante a gravidez não traz benefícios para o bebê, mas ao olhar para o estilo de vida dessas mães eu encontrei a explicação - disse Janni ao “Daily Mail”.
Em geral, essas mulheres que bebem moderadamente costumam ser mais graduadas (no nível educacional) e investir em um estilo de vida mais saudável. Neste tipo de investigação, segundo ela, é importante levar em consideração fatores psicológicos, tais como o envolvimento de mães e filhos.

- Já sabemos que o envolvimento é muito importante e determinante para a saúde mental e cognitiva da criança - observou a pesquisadora.

Neste trabalho ela consultou a população estudada pelas autoridades dinamarquesas desde o nascimento, com informações sobre álcool e gravidez. Só foram examinados mulheres que tinham um consumo pequeno de álcool durante a gestação, então os resultados não mostram os efeitos em filhos de mães que tinham consumo excessivo.

A população do estudo entre 1996 e 2002 era de cem mil grávidas dinamarquesas, entrevistadas sobre seu consumo de álcool em três ocasiões diferentes: duas na gravidez e uma quando o bebê completava seis meses de nascimento. Quando as crianças completavam 7 anos, 37 mil mulheres que tinham passado pelas três entrevistas anteriores eram contatadas novamente. O objetivo era rastrear o comportamento, as emoções e o relacionamento de crianças e adolescentes, mas não incluía fatores psicológicos, sociodemográficos e estilo de vida.


Fonte: http://oglobo.globo.com
Publicado em: 2/01/14


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